É urgente recuperar o sentido de urgência

urgente

Estamos vivendo como se tudo fosse urgente. Urgente o suficiente para acessar alguém. E para exigir desse alguém uma resposta imediata. Como se o tempo do “outro” fosse, por direito, também o “meu” tempo. E até como se o corpo do outro fosse o meu corpo, já que posso invadi-lo, simbolicamente, a qualquer momento. Como se os limites entre os corpos tivessem ficado tão fluidos e indefinidos quanto a comunicação ampliada e potencializada pela tecnologia.

A coluna da Eliane Brum desta semana fala tantas verdades e é tão, mas tão boa, que o texto inteiro merecia ser citado.

(via @bhayashi)

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