[…] Africans are restricted from accessing American sites by the American companies behind those sites. Whole populations are excluded from sending mail through certain webmail services because it’s assumed that they’re all spammers, scammers, phishers, and other “bad” internet users. Websites outright block country-level IP addresses because West Africans aren’t economically viable customers; the advertising ecosystem is not mature enough. Other sites block whole countries because they don’t trust “African fraudsters.”

Net Neutrality is sooo much more than access to the “tubes”…

Fire Emblem: Awakening Soundtrack – Id (Purpose) [Música da Semana]

E o anúncio do novo Fire Emblem para 3DS pegou todo mundo de surpresa. Fiquei muito empolgada com essa notícia, já que Fire Emblem: Awakening é um dos meus jogos favoritos de todos os tempos. Gosto de RPGs táticos e é incrível o quanto você se envolve com a estória, os personagens e os suportes! Tenho 111 horas nele; deve ser minha 2ª ou 3ª playthrough (já até perdi a conta! :P).

E a trilha sonora, então… o que dizer dela? Dá vontade de deixar o game ligado apenas para ficar ouvindo. Id (Purpose) tornou a última batalha inesquecível, além de ser a responsável pelo cenário de FE no Super Smash Bros. ser um dos meus dois favoritos (sempre fico entre ele e o de Ocarina of Time, por causa de Gerudo Valley, óbvio).

Ah, agora comecei a jogar Fire Emblem: The Sacred Stones. Apesar de não conseguir enjoar de FE:A, está na hora de conhecer melhor os outros games da série, né?

365 dias de livros “Young Adult”

O site Epic Reads fez um infográfico incrível com sugestões de livros para cada dia do ano, cada estação ou séries completas para cada semana. No link também há uma lista em texto, para quem preferir.

Vale lembrar que o levantamento foi feito por um site em inglês, portanto pode ser que alguns deles não tenham sido publicados ainda no Brasil. De qualquer maneira, é uma boa referência para quando não se sabe o que ler em seguida. (via)

No momento, estou lendo dois livros: Quarto, de Emma Donoghue (dica da Cintia) e Mandela: meu prisioneiro, meu amigo, de Christo Brand (dica da Rô).

Os dois são interessantes, cada um à sua maneira. O primeiro é viciante, mas a graça está em lê-lo sem saber a sinopse. O segundo é um relato (não muito bem escrito, mas importante) da vida de Nelson Mandela e outros membros do CNA (Congresso Nacional Africano) na prisão, durante a política do Apartheid.

Tenho registrado minhas leituras no Goodreads (principalmente por causa dos desafios anuais). Sigam-me os bons!

Babymetal – No Rain, No Rainbow [Música da Semana]

norainnorainbow

Link para o vídeo

Nesta semana foram lançados os novos CDs/DVD/Blu-Ray do Babymetal (quem?) Live at Budokan ~Red Night & Black Night Apocalypse~E como tenho uma capacidade incrível de ficar viciada nessas bandas de metal de comédia ou que deixariam qualquer headbanger do mal \m/ 666© revoltado, estava esperando ansiosamente por esse momento. Ok, também por causa de Road of Resistance (com a participação de integrantes do Dragonforce), mas especialmente pela música deste artigo: No Rain, No Rainbow.

Esta é uma baladinha no estilo Endless Rain, do X Japan (qualquer semelhança não é mera coincidência), pela qual me apaixonei à primeira ouvida. Como não havia sido lançada oficialmente, é bom finalmente poder ouvi-la e assisti-la em boa qualidade.

Por favor, chega de me fazer sacudir o meu smartphone!

shakingphonewechat

Want to take a picture on your Moto X? Just take it out of your pocket and pretend you’re using it to screw something into a wall. Want to take a selfie on your Galaxy Note 4? Yell the word “cheese!” at your phone. You can wave your hand over your phone to answer a call, or flick it hard left or right to reveal other information. They’re all deeply strange — it never stops being weird to violently shake my phone in public to undo-delete that last email — and are far more likely to make me launch the phone out of my hand than actually do the thing they’re supposed to do.

Please stop making me shake-shake my smartphone.

Lendo este artigo do The Verge, sabe o que me veio imediatamente à cabeça? O Wii Remote. Ficar balançando e fazendo movimentos bizarros com o controle é divertido porque está dentro do contexto do jogo e o mico só é em público se você quiser.

No caso dos celulares, será que precisamos mesmo desses gestos? Já tentei, mas não uso nunca. Sacudir para criar uma nova tarefa… qual o sentido disso? Porém, tive uma surpresa ao ler os comentários: tem muita gente que discorda e acha super útil balançar o Moto X para abrir o aplicativo da câmera, por exemplo. Tudo bem que não ter um botão dedicado à ela faz muita falta, mas ainda acho que essa é uma solução um pouco chamativa e perigosa demais.

Vocês agitam muito os seus smartphones?

Nova versão do Panorama Geek

Depois de meses estou de volta, trazendo comigo um novo design para o Panorama Geek, mais responsivo e atual (o anterior era de 2008!).

Aproveitei a oportunidade para voltar a mexer um pouco com CSS e este é o resultado: mais clean, legível e adaptado para dispositivos móveis. Ainda não é mobile first, mas quem sabe o próximo seja (e quem sabe também não demore tanto para mudá-lo xD).

Sobre o uso de celular em sala de aula

O professor de história da Unicamp Leandro Karnal, 51, resolveu fazer o que chamou de “atividade educativa” na pós-graduação.

“Pela primeira vez na vida, deixei o celular ligado em sala. Didaticamente e teatralmente, passei a aula checando o aparelho e fingia interromper frases para atender ligações. Ao final, sorridente e prestes a dar uma lição, perguntei se haviam notado. Ninguém percebeu.”

Uso de celular por adultos em classe irrita professores

É incrível o impacto dos smartphones na rotina dos restaurantes

Esperando tempo demais em um restaurante? A culpa pode ser sua!

Vale a pena ver a comparação da ida a um restaurante em Nova Iorque em 2004 e 2014.

Ao ler este tipo de texto sempre me lembro de como era usar a Internet discada apenas em casa, no final de semana. Com a popularização da Internet móvel, parece um passado tão distante… A gente até percebe, mas não para muito para pensar no quanto os smartphones estão mudando as nossas vidas.

(Mas os meus hábitos à mesa ainda estão mais para 2004 do que para 2014. Sou muito old-school para usar o celular quando estou almoçando com outras pessoas ;) )

“Reading requires — especially today — intense discipline…”

Reading requires — especially today — intense discipline and the capacity to sit still and engage. It’s a skill you can develop, this quieting of the mind. Some books make it easier than others, sure, but the fact remains: A strong reader is a champ at refusing the sweet mutter of distractions. That damn laundry can wait and you know it.

My favorite place to read is in a dark bar mid-day.”

(via A Shot And A Book: How To Read In Bars : NPR)

(via The Librarian by Day Notebook)

Um dos primeiros usos de “googled” na TV

Hoje em dia é tão normal usar o Google para pesquisar de tudo, a qualquer momento, que a gente nem se lembra mais de como era a vida antes dele.

No idioma inglês, é normal ouvir o nome da empresa sendo usado como o verbo “to google”. E o seriado Buffy foi um dos primeiros programas (se não o primeiro) a usar esta expressão na TV americana.

Tentei encontrar a fonte dessa informação, para ter certeza se foi mesmo o primeiro, mas não consegui. Falando em Google, uma função para exibir as imagens por ordem de criação cairia bem para saber quem é o pai daquele meme que todo mundo copia…

Buffy googled

(Valeu, Mel!)

Três artigos sobre internet, livros e leitura

Is my dream of a collaborative reading experience merely that, a dream? On the many occasions when I tried to set up a shared Subtext or Readmill reading with a friend, we always ran into endless snags, from an inability to settle on a book we both found appetizing to scheduling and pacing incompatibilities like the ones I had with Liz.

Is reading antisocial? “Another attempt to socially network books has bitten the dust. Maybe readers just want to be alone”.

 

As it happens, I value deep reading – and so, perhaps, do you. And so, quite obviously, do all the youngish people I see everyday on London transport reading 700-page printed books such as the Game of Thrones series, 50 Shades of Grey or the new Donna Tartt. Stuart Jeffries has written persuasively about the popularity of such doorstops, as well as complex modern TV series. This might be a culture not of attention deficit but of “a wealth of attention focused more readily on the things that warrant it”.

The internet isn’t harming our love of ‘deep reading’, it’s cultivating it

 

Maybe it’s time to start thinking of paper and screens another way: not as an old technology and its inevitable replacement, but as different and complementary interfaces, each stimulating particular modes of thinking. Maybe paper is a technology uniquely suited for imbibing novels and essays and complex narratives, just as screens are for browsing and scanning.

Why the Smart Reading Device of the Future May Be … Paper

Em quais países as pessoas leem mais?

Em quais países as pessoas leem mais?

Nunca imaginei que a Índia estaria em 1º, com mais de 10 horas por semana por pessoa. O Japão e a Coreia do Sul, no final da lista, também foram surpresa.

O Brasil tem pouco mais de 5 horas. Cada vez vejo mais gente lendo no ônibus e no metrô, mas ainda estamos longe de ser um país de leitores.

A lista completa, que também tem o tempo gasto com rádio, TV e Internet, pode ser vista aqui.

(via)

“A sala ideal para a minha idade.” (??!!)

Certa parte do jornalismo tende a montar o mundo em caixinhas, como se todos nós tivéssemos de nos esforçar para nelas caber: “Como atingir o corpo perfeito”; “Como se livrar do estresse”; “Empreendedores contam a receita de seu sucesso”; “Veja o que deve usar para arrasar no próximo verão”; “Salto alto levanta a autoestima”… Se você tem 33 anos, é divorciada, sem filhos, mora num apartamento já mobiliado, não tem paciência para a academia de ginástica, acha que se não estiver estressada está trabalhando de menos, é bolsista, não consegue vestir certas peças “que todo mundo está usando”, e não gosta de salto alto, faz o quê?

A sala ideal para a minha idade. Por Juliana Doretto

(É uma pena a Época colocar todas as colunas do site nessa janela… Ainda bem que o Pocket e o Clearly facilitam a leitura.)

PS: Falar de salas pela segunda vez nesta semana é só uma coincidência, tá? :P

Três artigos que estavam perdidos no meu Pocket

Vou voltar pro Orkut – Luli Radfahrer fala do que restou da rede social que todos nós já amamos (ou odiamos): as comunidades. Espaços para discussão sempre foram importantes na Internet.

Listen while you work: What music does to your brain – Como a música atua no nosso cérebro e a melhor maneira de ouvi-la para ser mais produtivo.

Life is a game. This is your strategy guide – Não preciso dizer mais nada :)

E existia uma gambiarra para tirar fotos de bebês na era vitoriana…

E existia uma gambiarra para tirar fotos de bebês na era vitoriana...

Que bebês fofos, não é mesmo? Não deve ter sido nada fácil fazê-los ficar parados! No século XIX o tempo de exposição para tirar uma fotografia era de alguns (muitos) segundos.

Olhe novamente a imagem. Não tem nada diferente nela? Mesmo? Tem sim: provavelmente era a mãe dos bebês que estava debaixo do pano, carregando os dois no colo. Era assim que se fazia para que as crianças não se movessem durante o tempo necessário para que tudo ficasse perfeito. Não é incrível e, ao mesmo tempo, um tanto macabro? Veja mais.

Valeu, Mel!

Why E-books Are Banned in My Digital Journalism Class

Tomorrow I teach my first digital journalism class of the semester, which means it’s time for my favorite mini-lecture of the year: Why I Don’t Allow E-Books In My Classroom.

That’s right: I am a fully digitally-enabled professor, teaching a class in which journalists learn to code, and I require my students to use printed books.

It’s time to go public with my bias toward print.

Why E-books Are Banned in My Digital Journalism Class (via)

Não pode nem iPad, nem Kindle, nem nada. Realmente às vezes perdemos um tempo precioso demais resolvendo os pequenos pepinos da tecnologia… e alguns minutos podem fazer muita falta em sala de aula.

Por que alguém tiraria fotos com um iPad?

Um idoso e seu iPad

Confesso que sentia um pouco de vergonha alheia quando via outras pessoas tirando fotos com o iPad. Usar aquele trambolho para isso me parecia meio ridículo. E com a smart cover “caindo” a situação ficava ainda pior…

Ler o texto Grandpa’s iPad me fez pensar totalmente diferente: o que é ridículo e absurdo para você pode fazer toda a diferença na vida do outro.

My Grandpa’s iPad has enabled him to do something that he’s been unable to do for as long as I can remember. The 9.7-inch touch screen has turned my Grandpa into a photographer.

The screen is large enough that he can see well enough to actually frame and take pictures. And then he has them right there, on that same large screen, where he can browse through them any time he wants.

É incrível o quanto o iPad é inclusivo, principalmente para os idosos (ok, ok, para as crianças e para os gatos também).

Os problemas de seguir o mantra “ganhe a vida com o que você gosta”

E, aproveitando o recente aniversário de Martin Luther King, lembremos de sua sabedoria: “Nenhum trabalho é insignificante. Todo o trabalho que eleva a humanidade tem dignidade e importância e deve ser executado com meticulosa excelência.”

Os problemas de seguir o mantra “ganhe a vida com o que você gosta”: a ideia de que só é feliz quem trabalha com o que ama pode ter seus efeitos colaterais

Está ansioso? Não queira ficar calmo… anime-se!

No começo do ano, postei um vídeo cuja mensagem era encarar o estresse de uma forma mais positiva. Nesta mesma linha foi divulgado recentemente um estudo sobre a ansiedade, que constatou que a melhor maneira de lidar com ela não é ficar mais calmo, mas sim mais animado. E, para isso, vale dizer para si mesmo “estou animado!!”.

Dizer em voz alta, e não apenas pensar positivo, me lembrou de um artigo do The Guardian que li anos atrás falando que, para ficar mais alegre, vale mais a pena sorrir do que pensar que você está feliz (matéria sobre o artigo, em português, na Super Interessante).

Norway Decided to Digitize All the Norwegian Books

Imagine digital archaeologists coming across the remains of early 21st century civilization in an old data center on the warming tundra. They look around, find some scraps of Buzzfeed and The Atlantic, maybe some Encyclopaedia Britannicas, and then, gleaming in the data: a complete set of Norwegian literature.

Suddenly, the Norwegians become to 27th-century humans what the Greeks were to the Renaissance. Everyone names the children of the space colonies Per and Henrik, Amalie and Sigrid. The capital of our new home planet will be christened Oslo.

Norway Decided to Digitize All the Norwegian Books

É ótima a iniciativa da Noruega. E isso aí daria um bom tema para um livro de ficção científica.

Se gosta de Zelda e Lindsey Stirling, também pode gostar de… [Música da Semana]

Sei que já elegi outra música baseada em The Legend of Zelda como Música da Semana, mas esta também não será a última.

Taylor Davis gravou um álbum inteiro apenas com canções da franquia e lançou este vídeo de Song of Time e Song of Storms, as duas do clássico dos clássicos Ocarina of Time. A primeira não é das minhas favoritas mas ficou ótima nesta versão, enquanto a segunda… e lá tem como estragá-la?

Gosto do calor, mas bem que o Link poderia dar um pulinho aqui em São Paulo e tocar um pouco de Song of Storms, né?

(via)

Aproveite o início de 2014 para encarar o estresse de uma forma diferente

Vamos lá começar o ano com um post clichê. Que tal incluir as dicas de Kelly McGonigal nas suas resoluções de ano novo?

Estresse. Faz seu coração bater forte, sua respiração acelera e sua testa sua. Mas enquanto o estresse se tornou um inimigo da saúde pública, uma nova pesquisa sugere que o estresse somente é ruim para você se você acreditar que esse é o caso. A psicóloga Kelly McGonigal nos incita a encarar o estresse como uma coisa positiva e nos apresenta um mecanismo desconhecido para redução do estresse: aproximar-se dos outros.

Que 2014 seja um ano melhor para todos nós! :)

Wikipédia não é tão “revolucionária”

Tiago Doria contou em seu blog um pouco da pesquisa de Mako Hill, que está defendendo sua tese de doutorado no MIT sobre o sucesso (ou não) de projetos de colaboração.

Na verdade, o seu sucesso [da Wikipédia] deve ser atribuído justamente ao fato de fazer uma balanceada mesclagem entre aspectos familiares e não-familiares. […] Do ponto de vista filosófico, o segredo da inovação que alcança sucesso comercial está em exatamente balancear características conhecidas com não-conhecidas.

Isso tem tudo a ver com o que vi nas aulas de HCI oferecidas pela Univeridade de Stanford.

The Minions – I Swear [Música da Semana]

Geralmente posto a música da semana na sexta-feira (para já ir entrando no clima de final de semana), mas assisti Meu Malvado Favorito 2 no sábado e, desde então, esta música não sai da minha cabeça (e quando sai, alguém faz o favor de colocá-la novamente).

Dizem que a língua dos minions é uma mistura de vários idiomas, mas para mim parece japonês! Vai ver que é por isso que não canso de ouvi-la e tentar cantá-la.

UNDER WEAAAR ♪

O som ambiente das cafeterias aumenta a criatividade, aponta estudo

Um estudo revelou que o nível de ruído em uma cafeteria pode torná-la o lugar ideal para que uma pessoa seja mais criativa. Descobriram que muito barulho atrapalha, mas o silêncio também não ajuda. A melhor opção é o meio termo, que pode ser encontrado em ambientes como uma Starbucks da vida.

Se você fez uma promessa e não pode mais tomar café, ou prefere guardar o seu dinheirinho suado para gastar no novo jogo do Pokémon, ou mesmo não tem a opção de trabalhar onde quiser, seus problemas acabaram: o site Coffitivity fornece a trilha sonora perfeita para a sua criatividade. E eles ainda sugerem deixar o som ambiente um pouco mais baixo do que a sua música preferida, para melhores resultados.

Tenho feito isso nos últimos dias e a dupla Coffitivity + músicas de Animal Crossing: New Leaf (explico melhor num outro artigo) não só tem me deixado mais inspirada como tenho percebido uma melhora especialmente na produtividade, ou seja, no foco que tenho nas tarefas. É incrível como tem me ajudado a ter mais concentração.

Espero que essa dica faça diferença para outras pessoas também :)

(via Cafe noise boosts productivity)

User Experience no ponto-de-venda

Ainda tem muito pouca gente olhando para isso, apesar de todos os relatórios de tendências apontarem para a crescente e profunda integração dos pontos-de-venda tradicionais (lojas físicas) com os pontos-de-venda digitais (website, aplicativo, website mobile). Ainda mais quando você cruza essa tendência com o fato das pessoas estarem fazendo buscas e comparando preços no smartphone dentro das lojas físicas antes de tomar a decisão de compra.

User Experience no ponto-de-venda (via Cintia)

Seria o iPad um dispositivo móvel? E o que meu conteúdo tem com isso?

Crianças mexendo em iPads no sofá

Mark Zuckerburg famously stated that the iPad isn’t mobile (Parr, 2010). Jakob Nielson’s report suggests that iPad users don’t use their iPads in truly mobile situations, and those that do take their iPads away from home tend to use them in more relaxed situations (Nielsen, Budiu, 11).

Where does that leave your feature offering and user flow?

E o iPad (o original, não o mini) acabou se tornando o dispositivo do sofá. Será que o conteúdo acessível em um app para iPad pode ser o mesmo que de um app para iPhone? São essas as questões levantadas no artigo Is the iPad mobile?. (via @arquitetando)

A minha, a sua, a nossa mochila de paulistano

Verdade seja dita: há de se respeitar a mochila do paulistano, essa corcunda de chumbo que carregamos por toda parte em detrimento da elegância e da escoliose.

Trata-se de um volume de tamanho médio, pesando de dois a cinco quilos e contendo o indispensável para a sobrevivência em território urbano, a exemplo do cinto de ferramentas do MacGyver.

Vanessa Barbara – A Mochila do Paulistano (Coluna da Folha). Via.

A verdade é que aqui nós temos que estar sempre preparados para qualquer tipo de clima ou de situação, não é mesmo?

UTILIDADE PÚBLICA: Cuidado com sites que instalam programas para fazer download!

Dica da Cintia: o site Baboo postou um artigo sobre o perigo de infectar o computador com adware (software que mostra publicidade) ao utilizar programas para fazer download de sites. Os exemplos citados são o Baixaki, o SuperDownloads e o UltraDownloads, mas são várias as páginas nacionais e estrangeiras que pedem para que instale um software ou plugin para conseguir baixar um arquivo executável; essa também é uma prática comum para baixar drivers direto dos fabricantes dos computadores.

A dica resumida é: evite instalar qualquer programa ou plugin apenas para baixar algum arquivo. É desnecessário, pode deixar o seu computador mais lento e violar a sua privacidade, exibindo publicidades não desejadas. Quase sempre esses sites possuem também um link direto que não necessita de nenhuma instalação.

Outra dica da Cintia é nunca instalar um programa no modo “default”, para evitar a instalação de alguma barra de ferramentas que pode deixar o navegador mais lento (ou mesmo travá-lo) ou outro programa indesejado. É importante prestar sempre atenção no que está sendo informado na tela e não clicar em “next” ou “próximo” automaticamente.

Usando o e-mail para adicionar notas (com lembretes!) no Evernote

Não sei como nunca tinha falado do Evernote aqui no Panorama Geek. Uso há anos, todos os dias. É tão útil que já não sei o que seria da minha vida sem ele. Se não conhece, vale a pena testá-lo.

Agora que incluíram o recurso de Lembretes, abandonei o Google Tasks (sorry!) e estou mantendo a minha lista de tarefas junto com as minhas anotações, que já estavam no Evernote. É ótimo ter tudo em um só lugar.

O que torna o programa muito prático (e faz uma pessoa utilizá-lo mais) é a existência de versões nas mais diferentes plataformas (móveis ou não) e recursos de adição de notas pelo Twitter e pelo e-mail.

Existe uma sintaxe especial a ser usada no envio por e-mail, que já arquiva automaticamente o conteúdo no caderno e nas tags corretas. E a ótima notícia é que agora também é possível adicionar novas tarefas apenas com uma mensagem! Anotaí:

Evernote Tip: Sending Email into Evernote

Evernote can automatically tag and file notes you email based on the content and subject. To enable Smart Filing, go to your Personal Settings.
Or, you can send notes into specific notebooks and assign tags by adding some simple information to the subject of the email. Here’s how:

* Notebook: Add @notebook name to the end of the subject line.
* Tag: Add #tag name at the end of the subject line. This feature works with existing tags in your account.
* Reminder: Indicate a note is a reminder by adding ! in the subject line. Add !tomorrow to set a notification for tomorrow, !dayofweek (i.e. !tuesday) to be notified on that day, or pick a specific date using the format !YYYY/MM/DD.

Be sure to follow this order: subject, reminder, notebook name, tags.
To add some text to an existing note, put a ” +” at the end of your subject line and we’ll place the body of the email into the most recent note with that title.

An example subject:

Fwd: Recipe for Bouillabaisse !2013/06/01 @Recipes #soup #fish #french

(via)

Agora só preciso garantir a minha conta Premium e o Moleskine (no Brasil, à venda na Livraria Cultura) para a minha vida Evernística ficar completa.

X Japan – Amethyst [Música da Semana]

Tá, confesso: preciso de despertador para conseguir acordar de manhã, especialmente no inverno.

Já testei diversos alarmes e faz alguns meses que estou levantando com a versão instrumental (e original) de Amethyst, do X Japan. Esta música era utilizada como abertura dos shows nos anos 90. Anos mais tarde, ela ganhou uma versão com vocais da Daughter, do Violet UK (projeto solo do Yoshiki).

PS: Quem acabou vencendo o Festival da Eurovisão foi a Dinamarca. A Bonnie Tyler (e o Reino Unido, que ela estava representando) ficou em 19º lugar.

Kindle Worlds: Finalmente fanfiction vai ser um negócio lucrativo

A Amazon vai abrir uma loja de ebooks só com fanfics, pagando os direitos para os autores originais. O piloto é com Gossip Girl, Vampire Diaries e Pretty Little Liars.

Só não espere ficar milionário: a porcentagem paga ao escritor será de 20% a 35%. E como pornografia está proibida, 80% das fanfics (estou sendo generosa) não poderão participar.

Estava demorando para alguém explorar economicamente este ramo. Há textos de fãs que têm mais leitores do que muitos livros.

(via)