Dois artigos: venda de músicas em queda e pirataria no Oscar

The recorded music industry is being eaten, not by one simple digital revolution, but rather by revolutions inside of revolutions, mouths inside of mouths, Alien-style. Digitization and illegal downloads kicked it all off. MP3 players and iTunes liquified the album. That was enough to send recorded music’s profits cascading. But today the disruption is being disrupted: Digital track sales are falling at nearly the same rate as CD sales, as music fans are turning to streaming—on iTunes, SoundCloud, Spotify, Pandora, iHeartRadio, and music blogs.

The Death of Music Sales (If CDs are “dead,” so is iTunes)

The insatiable appetite for HD video led pirate groups to find new pipelines for sharing films before they even reach voters’ mailboxes, and in much better quality. These new sources for HD leaks, lurking anywhere from mastering studios to the mailroom, may be much harder for the MPAA to find than leaks from their own members.

Pirating the 2015 Oscars: HD EditionPirates are now watching films at higher quality than the industry insiders voting on them. (via)

“Kids today have missed the whole experience of putting the headphones on, turning it up to 10, holding the jacket, closing their eyes and getting lost in an album; and the beauty of taking your allowance money and making a decision based on the jacket, not knowing what the record sounded like, and looking at a couple of still pictures and imagining it. God, it was a magical, magical time. I hate to sound like an old man now, but I am, and you mark my words, in a generation from now people are going to say: ‘What happened?’. Steve Jobs is personally responsible for killing the music business.”

Bon Jovi Says Steve Jobs Is “Personally Responsible For Killing Music”

[…] Africans are restricted from accessing American sites by the American companies behind those sites. Whole populations are excluded from sending mail through certain webmail services because it’s assumed that they’re all spammers, scammers, phishers, and other “bad” internet users. Websites outright block country-level IP addresses because West Africans aren’t economically viable customers; the advertising ecosystem is not mature enough. Other sites block whole countries because they don’t trust “African fraudsters.”

Net Neutrality is sooo much more than access to the “tubes”…

Os problemas de seguir o mantra “ganhe a vida com o que você gosta”

E, aproveitando o recente aniversário de Martin Luther King, lembremos de sua sabedoria: “Nenhum trabalho é insignificante. Todo o trabalho que eleva a humanidade tem dignidade e importância e deve ser executado com meticulosa excelência.”

Os problemas de seguir o mantra “ganhe a vida com o que você gosta”: a ideia de que só é feliz quem trabalha com o que ama pode ter seus efeitos colaterais

Norway Decided to Digitize All the Norwegian Books

Imagine digital archaeologists coming across the remains of early 21st century civilization in an old data center on the warming tundra. They look around, find some scraps of Buzzfeed and The Atlantic, maybe some Encyclopaedia Britannicas, and then, gleaming in the data: a complete set of Norwegian literature.

Suddenly, the Norwegians become to 27th-century humans what the Greeks were to the Renaissance. Everyone names the children of the space colonies Per and Henrik, Amalie and Sigrid. The capital of our new home planet will be christened Oslo.

Norway Decided to Digitize All the Norwegian Books

É ótima a iniciativa da Noruega. E isso aí daria um bom tema para um livro de ficção científica.

Seria o iPad um dispositivo móvel? E o que meu conteúdo tem com isso?

Crianças mexendo em iPads no sofá

Mark Zuckerburg famously stated that the iPad isn’t mobile (Parr, 2010). Jakob Nielson’s report suggests that iPad users don’t use their iPads in truly mobile situations, and those that do take their iPads away from home tend to use them in more relaxed situations (Nielsen, Budiu, 11).

Where does that leave your feature offering and user flow?

E o iPad (o original, não o mini) acabou se tornando o dispositivo do sofá. Será que o conteúdo acessível em um app para iPad pode ser o mesmo que de um app para iPhone? São essas as questões levantadas no artigo Is the iPad mobile?. (via @arquitetando)

A minha, a sua, a nossa mochila de paulistano

Verdade seja dita: há de se respeitar a mochila do paulistano, essa corcunda de chumbo que carregamos por toda parte em detrimento da elegância e da escoliose.

Trata-se de um volume de tamanho médio, pesando de dois a cinco quilos e contendo o indispensável para a sobrevivência em território urbano, a exemplo do cinto de ferramentas do MacGyver.

Vanessa Barbara – A Mochila do Paulistano (Coluna da Folha). Via.

A verdade é que aqui nós temos que estar sempre preparados para qualquer tipo de clima ou de situação, não é mesmo?

Randall Munroe, criador do xkcd, sobre o design do site

xkcd

“One of the things I’ve learned with doing xkcd is that you sort of give people, ‘Here’s the thing, and here’s the button you can press to get another thing.’ Sometimes that can be more easy to digest than ‘here’s a long page of things.’ You can read through it, and you get to the end and think, ‘Wow, I just read a whole bunch. Do I really want another page like this?’

I’m not a huge fan of some of the infinite scrolling things that are happening now. I think it’s really annoying to want to read partway through, and then you navigate away, and can’t get back.”

A Conversation With Randall Munroe, the Creator of XKCD

Também não consigo me acostumar com a rolagem de página infinita.

“As [livrarias] brasileiras são mais aconchegantes e extrapolam o conceito que tínhamos de livraria há até pouco tempo, pois viraram um ponto de encontro. Você marca reuniões, toma café e tem o ambiente como algo agradável.” – Samuel Seibel, dono da Livraria da Vila.

Megalivrarias crescem no Brasil, apesar da Internet

Seria bom se as bibliotecas fossem mais vistas como ponto de encontro também. A não ser que você seja estudante, a chance de receber um convite para se encontrar na Livraria Cultura ou na Starbucks é bem maior do que receber um convite para se encontrar numa biblioteca.

Select all > Mark all as read

[…] archiving all my mail forced me to change habits. I was sure there would be something I would miss or forget. But the reality is that there was no way I was ever going to get to all 5,000 things I had starred anyway. I was kidding myself. And I was creating a sense of dread for myself on a daily basis when I looked at my inbox and saw all those goddamn stars.

[…] If there’s something I need to reference or remember, I can pull it up easily with a search. But the flow is now to archive everything at least once a week (and ideally sooner). It’s all about admitting to myself that if I don’t get to it by then, I’m never going to get to it.

Email: Archive It All. Immediately.

Sei que nem todo mundo é assim, mas me incomoda muito ver caixa de entrada lotada, milhares de artigos gravados e pilhas de revistas esperando para serem lidas. A minha vontade é de jogar tudo fora e começar do zero. Este artigo me fez ter a coragem de, pelo menos, desencanar dos 5.000 links não lidos no Read it Later e seguir em frente.

Para não acumular tudo de novo, preciso mudar de estratégia: tenho que parar de abrir o Twitter, o Zite, o Flipboard e portais a cada hora em busca de notícias novas (duas vezes por dia, de manhã e à noite, já é o suficiente) e criar uma rotina diária para ler aqueles textos e assistir aqueles vídeos mais longos – as informações que realmente valerão a pena no futuro. No final de semana, dou uma última chance para o que ainda ficou e, se sobrar algo, vai direto para o arquivo. Como o RIL tem busca, posso ler mais tarde um link arquivado sobre um assunto específico, quando tiver mais tempo e interesse em aprendê-lo.